Do Brasil para todos os bravios

12-05-2012 15:57

A nossa nova página de Internet foi lançada hoje.

Para que conste, ela será um local onde, todos aqueles, que da companhia e não só, aqui possam deixar, respeitando as normas da ética, as suas vivências, opiniões e sugestões. Cada um, terá as suas próprias vivências a transmitir aos outros e assim ficarem, mais ricos. Os anos vão passando, a um ritmo acelerado, e quanto mais nos vamos afastando das datas, que marcam a nossa passagem pela tropa, mais necessário se torna que deixemos gravadas nestas páginas tudo aquilo que vivemos,para que as novas gerações possam ter uma visão, correcta, do que foi a guerra colonial.

 

 

Nome: Dias Pedro Macaba

Endereço electrónico: prdiasmacaba@ig.com.br

Assunto: Parabenizar

Mensagem:
É com bastante emoção e alegria que ainda tenho pulsando em meu peito, ao abrir meus e-mails, ter encontrado essa  ilústre façanha. A Introdução feita pelo amado Ex-Alf. Rodrigues, explica tudo e muito mais. Sim os homens no passado faziam aquilo que para nós já é história; e hoje com a mesma capacidade  e os recursos de inovação da ciência e da técnica, podemos continuar, nos vendo e falando, através desses recursos. (Incrível não é)?
Como havia dito no meu e-mail, o privilégio de ter sido um participante e ser uma testemunha dos fatos, me dá  condição de ser um pequeno historiador desse nosso (WikiZaza), podendo ajudar,  acrescentar algumas linhas nessas páginas da já consumada história.
Sempre que estiver a meu alcance farei o possível para lembrar alguns fatos Pitorescos dos nossos momentos passados nas terras de Angola:  Alto Zaza, Kwango, Kimbele, Sanza Pombo, Macocola,Kitari Makassa.
Algumas delas o tempo já as levou. Mas eu muito particularmente, sinto-me muito honrado, por ter levado de lá um rapaz daqueles que lavavam nossas roupas e arrumavam nossas casernas  proporcionei-lhe estudos tendo feito o segundo grau , era conhecido como (Pentamineiro José)e hoje é uma autoridade no escalão de base do Governo de Angola.
Como não recordar do Padre de Kimbele que jogava Futebol, sem tirar a sua batina Sacerdotal; e a Pacassa que invadira nosso acampamento no Kwango após uma queimada feita pelos populares e acabou sendo abatida por uma Espingarda do G.E., com um único tiro frontal.
E outra, aquela de eu ter sido persuadido a tomar cerveja e fiquei com a mente desvairada e quis atirar ao meu Chará "Alferes Veiríssimo Dias".
- Gostaria ficar por bons momentos, lembrar episódios de nossa história.
Como disse parabenizo a iniciativa, pois fazer a história e ainda ser um narrador da mesma, é dentre muitos o fato mais inusitado.
- Se Deus Nosso Pai nos conceder vida e saúde, é claro queremos ser contadores de boas notícias como a exemplo daqueles que nos falaram de: Infante D. Sebastião, Pedro Álvares Cabral, D. Pedro I, Luiz Vaz de Camões e tantos outros